sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Perseguida pelo paranormal
1987 Bueno Brandão-MG. Eu morava em uma rua que se chamava Rua do Pito, sabe lá porque desse nome, mais vamos lá... Morava nessa casa eu meu pai, minha mãe e meu irmão que tinha um aninho de idade. Nessa época eu tinha seis anos de idade incompletos. Nessa casa eu tive muitas experiências paranormais, eu via muitas aranhas no meu quarto aranhas tarântulas.Via luzes diferentes de várias cores e tinha uma amiga que morava em uma das partes da janela de madeira que tinha vários vidros. Lá morava uma bruxa que eu conversava com ela todos os dias, seu nome era Tetéia, nesse espaço onde ela estava era sua casa, eu me lembro de tudo perfeitamente. Enquanto ela conversava comigo ela mexia um caldeirão e naquele espaço daquele vidro era sua casa, tinha muitas teias de aranha. Mais lá nessa casa ainda tive uma experiência muito forte. Em uma noite que eu dormia no meio dos meus pais, enquanto eles dormiam me sentei na cama e comecei a assistir uma espécie de um filme, teatro que se passava bem na minha frente, eu vi uns tubos de cimento, muito deles depois vi um homem que parecia o hulk com umas roupas todas rasgadas, vi também a Olivia palito e o Popeye, sei lá muito estranho não sei explicar bem. Mais no final dessa visão eu estava em um quarto arejado eu já era adulta nessa parte da visão e quando eu estava na porta desse quarto eu vi persianas e um belo berço grande bonito parecia de menino e uma grande luz solar entrando por aquela janela. Passado alguns dias eu comecei a ficar meio doente, sentindo meus braços diferentes como braços de bruxa. E eu dizia a minha mãe olhe meus braços, olhe! Eles estão diferentes e ela dizia: não tem nada de errado com você! Mudamos-nos para outra casa e como minha mãe trabalhava fora em um asilo de idosos ela contratou uma moça evangélica para ficar comigo e meu irmão e eu pensava que as coisas iam ser diferentes, mais um dia acordei e Percebi que estava sozinha dentro de casa, foi quando me levantei rapidamente e sai para rua e me sentei no meio fio da rua. Confesso que estava com medo! Fiquei por horas ali sentada na rua e ninguém chegava para entrar comigo na casa. Foi então que senti muita vontade de ir ao banheiro e tive que entrar. Entrei no banheiro, fechei a porta mais essa porta tinha uma grande brecha embaixo, ainda sentada no vaso sanitário um vulto preto que tinha apenas os olhos brilhantes desceu voando e se sentou na porta do banheiro, foram umas das experiências mais medonhas que tive, eu fiquei fria vendo aquela coisa sentada na porta do banheiro com capuz preto na cabeça. Eu estava gelada, eu era apenas uma criança, dentro de mim eu orava, estava tremendo e com muito medo daquela coisa assustadora. Foi quando a Luzia chegou à babá que minha mãe havia contratado, quando ela entrou aquela coisa saiu voando sumiu e eu saí do banheiro e imediatamente eu desmaiei nos braços da Luzia de tanto medo que eu passei. Nas imediações dessa cidade havia muitas fazendas e eu tinha uma amiga que morava na fazenda e sempre ela me convidava para ir pousar na casa dela. Eu adorava! Mais nesse dia eu ia pela estrada caminhando com essa menina que era bem maior que eu, nós íamos conversando, cantando, foi quando ouvimos um dos cantos mais lindo de toda nossa vida. Começamos a procurar e foi quando nos deparamos com a coisa, dentro do barranco um bicho que até os dias de hoje nunca vi ninguém descrever. Ele parecia ser comprido porque estava dentro do barranco, sua pele era como a pele das lesmas e sua boca era redonda como a de um tubarão e seus dentes idênticos ao de tubarão, não possuía olhos. Sua largura se dava a largura de uma cobra jiboia. Quando eu e a moça vimos que aquele canto lindo saia de dentro daquele bicho nos corremos muito, mais muito mesmo. Mais meus pais se mudaram para outra casa, nessa casa havia falecido uma senhora de idade. As construções daquela cidade eram muito antigas. Nessa casa eu ouvia barulhos de correntes sendo arrastadas em todas as noites. As luzes se mexiam e acendiam a apagavam, era um terror. Enfim nos mudamos para Dourados-MS. Quando chegamos a Dourados minha mãe comprou um terreno que tinha apenas uma casinha de madeira verde. E eu pensava em uma nova vida. Meus pais brigavam muito era um tormento! A minha vida e de meu irmão, mais para mim que era maior que ele e entendia mais o que se passava entre meus pais, era bem pior. Nessa época eu tinha 11 anos. Nessa casa eu era mais perseguida, objetos de moviam em minha direção. Pratos quebravam em minhas mãos só de tocá-los. Lâmpadas se quebravam se eu olhasse muito. Quebrou lâmpadas assim praticamente em meu rosto. Quando eu tinha treze anos meu pai e minha mãe já havia construído outra casa nesse terreno, mais a casinha de madeira estava lá. Eu deixei umas coisas minhas lá dentro da casa. E eu já estava muito revoltada com meus pais nessa época. Cheguei a casa tarde e discuti logo na entrada com meus pais, entrei com tudo para a casinha de madeira e me deitei com raiva. Foi quando um monstro preto dos olhos brilhantes veio em minha direção, eu estava deitada de barriga para baixo. Olhei para aquele bicho de uns 3 metros de altura e nem liguei, parece que já estava acostumada. Aquele monstro deitou sobre mim, passou seus braços em meu pescoço, quando eu virava a cabeça para olhar, olhava diretamente nos olhos do monstro. Ignorei! E acabei dormindo. Foi ai que veio uma chuva de pedra sobre meu corpo que eu fiquei toda machucada. Eu saí correndo de dentro daquela casa, meus pais se encontravam na área conversando e se assustaram ao me ver daquele jeito. Corri para sala, fechei a porta, juntei os sofás, meus pais estavam assustados comigo, foi quando aquele espírito maligno que estava atrás de mim começou a puxar o tapete de debaixo da porta e meus pais presenciaram tudo isso, muito assustados. Eu via um demônio na cabeceira da minha cama sempre. Tudo muito horrível. Eu via pessoas me olhando na janela do meu quarto, sentia que estava sendo seguida. Recebi visitas de anjos várias vezes. Certa vez com quinze anos de idade eu briguei com um namoradinho da escola e resolvi ir à igreja católica à tarde para orar. Sempre tive medo de me sentar à frente, então sentei mais nos bancos do fundo. Eu estava chorando magoada e foi quando levantei os olhos e vi um homem de branco com pele branca e barba preta e cabelos pretos bem enrolados rastejando nas escadas do altar, esse homem rastejava e olhava para mim. Eu perplexa parei de chorar imediatamente e sequei as lágrimas dos olhos, observando mais atentamente. Porque eu estava vendo que aquilo não era normal. Ele se rastejou até que ele entrou embaixo da mesa que era coberta com uma renda o que fazia com que eu enxergasse embaixo dela. Mais eu firmava meus olhos e não via mais o homem. Foi quando do nada aquele homem surgiu do meio dos bancos e correu em minha direção, eu claro corri dele, não tive coragem de esperar, senti muito medo. Corri para fora da igreja e aquele homem foi até a porta, parou, olhou para mim correndo e ele também saiu da igreja, ainda olhando para mim mais indo para outra direção. Tive muito medo, mais fui perguntar para as pessoas que estavam por ali se eles haviam visto aquele homem e as pessoas relataram que me viram correndo mais que não havia visto homem algum. O fato é que eu nos dias de hoje me converti aos caminhos de Cristo. Eu nunca mais vi nada mais tenho muitas visões que às vezes são incontroláveis, sobre a vida de outras pessoas. Hoje tenho trinta e dois anos uma filha de nove anos que sempre presto muita atenção nela, porque quando eu era criança e passei por tantas coisas contava a minha mãe e ela nunca acreditava em mim até que começou a ver as coisas que eu via. Adorei compartilhar essas experiências que há tanto tempo tenho guardadas comigo.
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